SUPER GAY O HEROI HOMOSSEXUAL

 A editora DC Comics confirmou que Alan Scott, o superherói Lanterna Verde original, é homossexual. Na revista que sai nos Estados Unidos esta semana, ele apresentará aos leitores Sam, seu namorado. E ele não está sozinho. A editora Marvel, em maio, casou o humano Kyle Jinadu com Estrela Polar, mutante membro dos X-Men, e seu namorado.
O “evento do ano” ocorreu em meio à polêmica sobre o apoio do presidente Obama à legalização do casamento gay. O quadrinista John Byrne criou o Estrela Polar em 1979, então integrante do grupo canadense Tropa Alfa. Desde então ele queria revelar a homossexualidade do personagem, mas os editores na época não permitiram.
Somente em 1992, Estrela Polar revelou sua homossexualidade, mas não havia um namorado em questão. Dez anos depois, em 2002, os primeiros personagens gays se casaram nos quadrinhos. Apollo e Midnighter fizeram a cerimônia na revista “The Authority”, publicada pela Wildstorm, um selo da DC Comics.
De lá para cá, vários heróis e também vilões dos quadrinhos revelaram sua opção sexual. Desde Kate Kane, a Batwoman da DC, até Hulkling e Wiccan, da Marvel. Axel Alonso, atual editor-chefe da editora, explica: “o universo Marvel sempre refletiu o mundo real, por isso procuramos manter nossos personagens, suas relações e histórias próximos da realidade”.
Diferentemente desses heróis quase desconhecidos, o Lanterna Verde original é um herói antigo, criado na década de 1940, que usa seus poderes para combater o crime. Recentemente uma versão dessa história em quadrinhos chegou ao cinema. Mas ela mostrava o ator Ryan Reynolds vivendo Hal Jordan, o segundo (e mais famoso) Lanterna Verde.
Esses anúncios sobre a sexualidade dos super-heróis têm gerado revolta em grupos cristãos. Na semana passada, algumas associações conservadoras fizeram uma campanha para que a DC cancelasse a revelação.
Monica Cole, falando em nome da associação de mães cristãs OneMillionMoms.com, ligado ao ministério evangélico Associação de Famílias da América, declarou: “DC Comics e Marvel têm uma agenda determinada. Eles querem doutrinar as mentes jovens e impressionáveis quando retratam esses personagens gays sob uma ótica favorável. Eles querem doutrinar as crianças desde cedo. Estão fazendo isso e sendo bem sucedidos”.
Já Glenn Stanton, diretor de estudos sobre formação da família do ministério Focus on the Family, disse que é “vergonhoso impor esta questão sobre as crianças. O que é realmente perturbador é a arrogância desses criadores de histórias em quadrinhos e desenhos animados que pensam que seu trabalho não é só para entreter. Eles querem doutrinar, pregar para nós. Nós vamos à igreja para ouvir uma pregação, não esperamos isso dos quadrinhos”. Ele também acredita que é um conceito político. “Essas revistas em quadrinhos não são apenas para diversão, são formas de ativismo social”, afirma Stanton.

Com informações Gospel Prime

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Pastor Júlio Fonseca

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