SOLTEIROS NA IGREJA 70 MULHERES PARA CADA HOMEM

SOLTEIROS NA IGREJA 70 MULHERES PARA CADA HOMEM

SOLTEIROS NA IGREJA 70 MULHERES PARA CADA HOMEM

Igreja realiza evento de solteiros evangélicos, e sobra 70 mulheres para cada homem.
Encontro de Solteiros, Divorciados e Viúvos, no Rio, atrai mulheres em sua quase totalidade. As fieis reclamam da falta de pretendentes
Para muitos, fazer novas amizades está ao alcance de uma breve pesquisada em redes sociais. Mas, para alguns membros de igrejas evangélicas, a melhor forma de conhecer possíveis pretendentes está mesmo nos encontros promovidos pelas igrejas, cada vez mais comuns pelo País.
esteve no último fim de semana em Cabo Frio, Região dos Lagos, acompanhando o Encontro de Solteiros, Divorciados e Viúvos, organizado pelo Ministério Oikos, organização que aglomera várias vertentes evangélicas. Caravanas de diversas partes do País se dirigiram na sexta-feira (14) ao local.

Das 280 pessoas presentes, quatro eram homens. Apenas quatro. O técnico de informática Marcelo Luis, do Rio, era um deles. “Não vim com o intuito de conhecer uma mulher para casar, mas para fazer novas amizades”, disse ele, divorciado, com o mesmo discurso que mais se ouviria naqueles dias. Luiz Cássio, empresário, 23 anos, talvez fosse considerado o “partidão” das presentes por ser o mais novo. Mas ele foi acompanhado da namorada, Fernanda Coller, de 25. E cobiçar homem da próxima também é pecado. Luiz e Fernanda estão de casamento marcado para o final de 2013. “Viemos ao encontro mais por curiosidade. Trouxe minha sogra junto. Ela é divorciada há muitos anos e não quis se casar de novo”, conta o empresário, de Fortaleza (CE).

A taxa de participação era de R$ 140. Aos que preferissem incluir hotel, havia pacotes em torno de R$ 450 em quarto triplo. Durante três dias, atividades intensas indo de cultos às 9h da manhã a apresentações de marionetes no final da noite. A tentação, entretanto, estava ali do outro lado da avenida. Praia e sol. Somente o sábado à tarde estava livre para quem quisesse aproveitar a paisagem. Ninguém se aventurou em colocar biquíni. Nem mesmo maiô. No máximo, um passeio pelo calçadão. Sem a bíblia na mão. “Praia não é o lugar mais apropriado para estudos bíblicos. É muita gente, muito barulho”, explicava a enfermeira Janaina Paixão, de 39 anos.

Compartilhar é se importar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *