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Líderes de várias religiões se unem em campanha contra a violência

Em meio às repercussões do massacre na escola Sandy Hook, quando 20 crianças foram mortas, e as restrições na venda de armas à população, defendida pelo presidente Barak Obama, diversos líderes religiosos decidiram se unir.
Diferentes líderes evangélicos e de outras religiões formaram o grupo “Faith United Against Gun Violence” [Fé unida contra a violência armada]. Eles enviaram uma carta ao Congresso norte-americano, assinada por influentes líderes religiosos do país.
Os 47 signatários evangélicos, católicos, judeus, muçulmanos e hindus, exigiram medidas concretas para acabar com a violência facilitada pela venda de armas ao cidadão comum.
O documento ressalta que “não é possível perder mais tempo” para se lidar com esse problema e que existe uma necessidade, não apenas social, mas também espiritual de se rever a legislação vigente.
Para eles, a fé pode servir como um elemento de transformação social, já que as religiões ensinam a paz entre os homens.
Jim Wallis, fundador do conhecido movimento evangélico “Sojourners”, acredita estar errada a justificativa de que “a única coisa que pode impedir uma pessoa má com uma arma é uma boa pessoa com outra arma.” Ele enfatiza que esta é uma posição “moralmente errada, teologicamente perigosa e religiosamente repugnante. Afinal, a Bíblia ensina que o mundo está cheio de pessoas boas e ruins e também que o bem e o mal estão em todos nós. ”
Na carta aberta, os líderes religiosos fazem propostas concretas para reduzir a violência, como a introdução de um controle mais rigoroso para a compra de uma arma, a proibição da venda de armas de “alto impacto” e penalidades maiores para o tráfico de armas.
Eles ressaltam que “esses atos de violência com armas de fogo estão fazendo a nossa sociedade pagar um preço inaceitável, com os massacres e mortes sem sentido que vemos todos os dias. Rogamos a Deus pelas famílias e amigos das vítimas, e devemos reforçar nossas orações com ações. Devemos fazer todo o possível para manter as armas longe das pessoas, pois podem prejudicar elas mesmas e aos outros. ”

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