CEM MILHÕES DE BÍBLIAS IMPRESSAS AINDA NÃO É O BASTANTE

O exemplar de comemoração traz duas traduções do texto. De um lado, a versão de 1917. Do outro, a mais nova, em linguagem atualizada.
Representantes de igrejas cristãs se reuniram na Grande São Paulo para celebrar uma marca inédita a respeito da Bíblia.
O Ginásio de Barueri, na grande São Paulo, recebeu centenas de pessoas, que foram participar de um culto em comemoração a uma marca histórica: a impressão de 100 milhões de do livro sagrado dos cristãos.
“Aqui realmente o cristianismo de modo geral é muito vivo. É muito ativo e realmente distribui muito a Bíblia”, explicou o diretor executivo da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), Rudi Zimmer.
“Milhões de pessoas terão oportunidade de ler, ouvir e praticar a palavra de Deus”, disse Guilhermino Cunha, da Igreja Presbiteriana do Brasil.
As sociedades bíblicas seguem uma tradição de registrar todas as tiragens do livro. A marca de 100 milhões foi atingida em apenas 16 anos. A maioria dos exemplares produzidos pela entidade se destina a evangélicos.
“Ela imprime bíblia também para os católicos, a ponto de o Vaticano ter encomendado, há dois anos atrás, uma Bíblia especial, que só os bispos e o Papa receberam”, lembrou Waldir Agnello, da Igreja do Evangelho Quadrangular.
O exemplar que marca o número de 100 milhões de bíblias impressas pela Sociedade Bíblica do Brasil traz, em comemoração, duas traduções do texto. De um lado, a versão de 1917, a primeira a ser feita totalmente no Brasil. Do outro lado, a mais nova, escrita em uma linguagem atualizada, mais acessível aos fiéis.
“O grande desafio para nós é o trabalho da evangelização. Quando nós conseguimos fazer com que essa palavra chegue a um número maior de pessoas, isso é sempre motivo de alegria, de satisfação para todos nós”, destacou Valdeir Goulart, representante da CNBB.
Também houve comemoração na gráfica de onde saem edições para mais de 100 países. A Bíblia é o livro mais vendido de todos os tempos: já foram impressos mais de 6 bilhões de exemplares em todo o mundo.
Fonte: Jornal Nacional
Na última semana a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) comemorou a marca de 100 milhões de Bíblias produzidas.
O número apesar de importante esconde um outro fato: a produção ainda é insuficiente e não atende ao número de evangélicos no Brasil. A informação foi dada pelo Secretário de comunicação da entidade, Erni Seibert. Para atender a tiragem teria que ser duplicada
Em entrevista ao CREIO, Seibert detalhou em números a produção de Bíblias em território nacional, produção essa que ocupa o topo nos números das Sociedades Bíblicas mundo afora. Por ano, cerca de seis milhões de exemplares são impressos pela entidade brasileira, dos quais 20% são exportados para mais de 100 países nos cinco continentes. Um quinto de toda a produção das Sociedades Bíblicas estrangeiras (30 milhões) e o dobro do que se produzia há seis anos.
Mas se produz tanto, por que afirmar que o número é insuficiente? Seibert explica: “Ter uma Bíblia, em primeiro lugar, não significa lê-la. Em segundo, se pegarmos o número de habitantes no Brasil (cerca de 190 milhões, segundo IBGE), vemos que a demanda é muito maior do que podemos atender, mesmo com o crescimento de nosso trabalho”.
Seibert calcula que, para que cada brasileiro tenha uma Bíblia aos quinze anos de idade, será preciso uma quantidade mínima de 12 milhões de exemplares produzidos em um ano. O desafio não é fácil, e pode se tornar ainda mais complicado. Estima-se que a quantidade de evangélicos no Brasil chegue a 109 milhões de pessoas até 2020, projeção que já dá sinais de certa se levados em conta os números de 2010 divulgados pelo Instituo Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE): 19% de toda a população nacional.
De cara, uma produção eficiente não seria impossível se houvessem mais editoras produzindo Bíblias no Brasil. Para Seibert, o projeto esbarra no interesse comercial. Na região Norte do Brasil, por exemplo, não há um trabalho de produção forte e Seibert aponta a razão: “O eixo Sudeste/Sul é mais vantajoso e prático, do ponto de vista empresarial. Nos últimos dez anos, muitas editoras de Bíblias fecharam as portas por não obterem o retorno esperado e outras preferem não arriscar em regiões afastadas” explica, ao destacar a postura da SBB nestas mesmas regiões ‘menos interessantes’. “Não somos uma editora, somos uma entidade. Por isso trabalhamos e investimos em lugares que não dão lucro. Nossa proposta é diferente”.
Com a marca de 100 milhões de Bíblias impressas, Seibert diz estar motivado a aumentar a produção anual da SBB, que deve ficar em torno de sete milhões nos próximos anos, aumentando inclusive a produção de exemplares segmentados como a ‘Bíblia da mulher’ e a ‘Bíblia do surfista’. “A segmentação é importante, a partir do momento em que se reconhece uma necessidade de fazê-la” finaliza.
Fonte: Creio
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Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

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