MULHER RESGATADA DA ENCHENTE NO RIO DE JANEIRO

 Essas cenas me marcaram, e podemos ver tantas coisa nelas, como a solidariedade, o amor por todas as criaturas (o cachorrinho), a preocupação de visinhos, a ânsiedade o stress do salvamento, e a vitória. E a semelhança com essa passagem bíblica:

Salmos 40:1-3
1 – ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
2 – Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
3 – E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.

 VEJA A ENTREVISTA COM A MULHER QUE ESCAPOU DA MORTE.


“Eu pensei que ia morrer, mas pedi, pelo amor de Deus, que meus vizinhos não me deixassem morrer ali”. Foi dessa maneira e com os olhos mareados que a dona de casa Ilair Pereira de Souza, 53 anos, resumiu, nesta quinta-feira (13), os momentos de pavor que passou pendurada em uma corda ao ser socorrida por vizinhos na enxurrada da noite desta quarta-feira (12), em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
“Nunca tinha feito um nó em corda na minha vida. Quando jogaram a corda, me amarrei rapidinho que nem sei como fiz aquele nó. Estava com tanto medo que o nó fosse fraco que me agarrei como nunca na corda”, disse Ilair, que é conhecida na região como Pelinha.
O momento do salvamento foi gravado pela Intertv, afiliada da Rede Globo. 
A cena registrada pela Intertv mostra o momento em que dona Pelinha solta o cachorro, Beethoven, que ela tentava socorrer junto com ela.
“Ele mordeu meu braço para tentar escapar, mas não consegui segurá-lo. Se eu tentasse ajudá-lo, eu iria morrer. Coitadinho, ele ficou me olhando com aquele olhinho triste e se foi naquela água. Não tinha o que fazer”, disse ela, mostrando a marca da mordida no braço esquerdo.
Fumante desde os 9 anos, Pelinha disse que não sabe como encontrou força nos braços e nem como teve fôlego para suportar o momento em que ficou submersa na enxurrada. “Acho que se não fosse fumante não conseguiria escapar”, afirmou a dona de casa, em tom de brincadeira.
Desde que se viu livre, em solo firme, Pelinha não conseguiu dormir. “É fechar os olhos e parece que toda aquela cena volta a acontecer comigo. Ainda está muito recente, ainda estou abalada com aquilo tudo. Mas uma coisa nunca vou cansar de fazer que é agradecer aos meus vizinhos por terem jogado aquela corda.”
Pelinha disse que tentou se escorar sobre uma laje, imaginando que o local seria resistente à força da água.
“Foi como papelão, um pedaço daquela laje ainda caiu em cima de mim. Meu irmão queria me socorrer, mas não podia, pois se ele fizesse isso nós dois iríamos morrer”, lembrou Ilair, aos prantos.
“Foi um momento muito difícil ver minha irmã naquela situação e ter de escolher entre ajudá-la e morrer, ou se salvar e deixar que ela conseguisse sair com a corda. Felizmente deu tudo certo”, disse o pedreiro Carlos Alberto Pereira de Souza, 46 anos.
“Agora, estou na casa de meu irmão, mas devo me mudar para a casa do pai dos meus filhos e ficar lá até arrumar onde morar. Ainda não sei para onde vou”, disse dona Pelinha. A casa do irmão fica na frente do local onde ela foi salva.

fonte: G1

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Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

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Meu nome é Júlio Fonseca sou Pastor da Igreja de Deus no Brasil na pequena cidade de Anhanguera/Go. Usando a internet para levar a palavra de Deus a todos. Com paz, amor e respeito.

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