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DINÂMICAS SOMENTE DINÂMICAS



DINÂMICAS SOMENTE DINÂMICAS

150 – AUTOCONFIANÇA
OBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade dos diversos sentidos.
MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para vendar os olhos.
PROCEDIMENTOS: Formam-se duplas com todo o grupo.
Em cada dupla, uma pessoa fecha os olhos e a outra a conduz para dar um passeio fazendo-a tomar contato com a realidade e objetos que a cercam, sem serem vistos. Se possível passar por situações diversas, como escada, gramado, no meio de cadeiras, tocarem objetos, flores com cheiro, etc..
Depois de 5 a 7 minutos, invertem-se os papéis.
No final avalia-se a experiência, descobertas e sentimentos.
Questões que podem ajudar: Como se sentiu ? Por que ? Como foi conduzido ? Foi capaz de identificar algo ? Que importância deu aos diversos sentidos ? Quando caminhamos no dia-a-dia deixamos nos tocar pela realidade que nos cerca ? Como reagimos diante de situações diversas como por exemplo diante de um policial, de um grupo de meninos de rua, num ambiente escuro, quando acaba a energia, etc.? O que achou da dinâmica ?
151 – AUTO – RETRATO
OBJETIVOS: Confrontar-se com a auto – imagem. Proporcionar maior conhecimento e aceitação de si mesmo/a.
MATERIAL: Papel e caneta ou pincel para todos.
PROCEDIMENTOS: Pedir para cada pessoa desenhar a si mesma. Recusar desculpas de que não se sabe desenhar direito ou qualquer outra que seja. O importante é que cada um desenhe como sabe, mesmo que pareça engraçado. Inicialmente reagirão com risadas, mas aos poucos cada um deverá expressar no papel como se vê.
Quando todos tiverem concluído seu desenho, partilhar em grupos a experiência e o desenho.
No final avaliar como se sentiram fazendo a experiência. Como é a aceitação do próprio corpo ? De que tem vergonha e por quê ? Como se sente agora, após mostrar o desenho para os outros e partilhado os sentimentos ?
152 – O DESEJO MÁGICO
OBJETIVOS: Identificar as preocupações e os interesses mais importantes do grupo, como base para uma maior compreensão e programação.
MATERIAL: Papel e caneta. Quadro-negro e cartolinas.
PROCEDIMENTOS: O coordenador formulará a seguinte pergunta : “Escreva três coisas que são mais importantes em relação a este grupo”. Em outras palavras: “Quais as três últimas coisas que você deixaria em relação a este grupo?”
Durante cinco a oito minutos todos responderão, por escrito, a esta pergunta. A seguir o coordenador perguntará: “Se tivessem um desejo mágico e pudessem mudar três coisas em relação a este grupo, o que mudariam?”
As respostas devem ser colocadas no verso da folha, usando para isso mais cinco a oito minutos. Nas discussão que seguir, todos poderão pronunciar-se, em primeiro lugar, sobre os aspectos que não podem mudar, que já são positivos e é importante conservar em relação ao grupo. E, logo após, sobre o desejo mágico.
Discute-se, a seguir, sobre as coisas que precisam e poder ser mudadas imediatamente no grupo.
No final avaliam-se os sentimentos e encaminhamentos feitos para melhorar a vida do grupo.
153 – TROCANDO OS CRACHÁS
OBJETIVOS: Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.
MATERIAL: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.
PROCESSO: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome.
Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.
Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.
Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.
Partilhar a experiência no grande grupo.
154 – RÓTULOS
OBJETIVOS: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, tentando julgá-las menos por seu conteúdo intrínseco e pessoal do que pela eventual “ embalagem “ simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situação intelectual ou social, etc.
MATERIAL: Crachás que sejam como rótulos para os participantes, com os dizeres:
5. Sou engraçado: ria
6. Sou tímido: ajude-me
7. Sou mentiroso: desconfie
8. Sou surdo: grite
9. Sou criativo: ouça-me
10. Sou pouco inteligente: ignore-me
11. Sou muito poderoso: bajule-me
PROCESSO: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis elementos.
Cada participante receberá seu rótulo já colado na testa (de modo que ele não leia antes e nem durante a dinâmica).
Motivar todos a discutir soluções possíveis para algum problema determinado, contando que, durante a discussão levem em consideração o rótulo que cada um está usando.
Discutir o tema proposto, considerando o outro a partir do rótulo.
Concluir a experiência avaliando e partilhando os sentimentos vividos e o que isso tem a ver com nossa vida, como rotulamos as pessoas e como melhorar nossa comunicação.
155 – VIRAR PELO AVESSO
OBJETIVOS: Despertar o grupo para a importância da organização, pois eficiência não é questão de força, e não há problema sem solução.
MATERIAL: Não é necessário.
PROCESSO: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas.
O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora e de costas para o centro do círculo sem soltar as mãos. Este detalhe é importante: ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém já conhece a dinâmica, deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo.
O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo.
Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como? Alguém toma a iniciativa e vai entrando no círculo até passar debaixo dos braços da pessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as outras pessoas sem soltar as mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, que todos ficarão de costas formando um novo círculo ainda de mãos dadas.
Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetir o mesmo processo. Serve para verificar se o grupo assimilou o aprendizado.
Analisar a dinâmica. As questões abaixo poderão ajudar:
12. O que viram?
13. Como se sentiram?
14. Foi fácil encontrar a saída?
15. Alguém desanimou?
16. O que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia?
17. Nossa sociedade precisa ser transformada?
18. O que podemos fazer? Como?
156 – DINÂMICA DO NÓ
OBJETIVOS: Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinado problema. Criar novas expectativas com relação a algum problema de difícil solução.
MATERIAL: Toca-fitas e música a vontade.
PROCESSO: Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. È importante lembrar que, sempre que for pedido para dar novamente as mãos, deverão repetir exatamente com estão: a mão esquerda para quem segura a mão esquerda e a direita para quem segura a direita.
Após esta observação, o grupo deverá, ao som de uma música, caminhar um pouco, livremente.
A um sinal do animador, o grupo forma um único bloco no centro do círculo e, sem sair do lugar, cada participante deverá dar novamente a mão direita para quem segurava a mão direita e a mão esquerda para quem segurava a mão esquerda (como no início). Com certeza, ficará um pouco difícil à distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tenta motivar para que ninguém mude de lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.
Assim que todos já estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem à posição natural, porém sem soltarem as mãos em silêncio. ( O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente).
Após algum tempo, se não conseguirem voltar à posição inicial, o animador “libera a comunicação” entre as pessoas e deixa mais alguns minutos. Caso ainda seja muito difícil, o animador poderá subir numa cadeira e “assessorar o desamarramento” dando sugestões e mostrando os possíveis caminhos.
Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, no momento do nó e ao final, após desatá-lo.
Nota: Sempre é possível desatar o nó completamente. Porém, se o grupo for muito numeroso, pode se mais difícil. Portanto, sugerimos: se o grupo ultrapassar trinta participantes, poderão ser feitos dois círculos.
157 – O SALTO
OBJETIVOS: Reforçar a memorização dos nomes dos membros do grupo. Energizar e alongar, fisicamente, descontrair e desinibir .
MATERIAL: Não é necessário.
PROCESSO: Forma-se um grande círculo, todos em pé.
Cada participante deve dar um impulso, correndo até o centro do círculo, saltar, dando um soco no ar e gritar o seu nome.
Pode-se fazer repetidas vezes, em tons e formas diferentes, cada participante.
No final, após todos terem se apresentado, saltam, juntos, gritando (cada um), o seu nome, ao mesmo tempo.
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CARTAZ
OBJETIVOS: Favorecer a desibinição, aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo e estimular a criatividade.
MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).
PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo.
Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si. Não importa que não se saiba desenhar; deve ser bastante espontâneo.
Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz
Uma vez concluídos os cartazes, casa pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentação, nome e explicação do desenho.
158 – MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊ
OBJETIVOS: Promover a aproximação das pessoas do grupo, incentivar o diálogo e novas amizades.
MATERIAL: Cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 15 cm, em número suficiente, de modo a não faltar prá ninguém.
Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser parte de uma música, versículo bíblico, um pensamento, uma palavra apenas, etc.)
Exemplos:
“Eu sem você, só sou desamor.”
“Você é especial para mim.”
“Nada se compara à nossa amizade.”
“Amigo é coisa prá se guardar…”
Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.
PROCESSO: Inicia-se com a distribuição das duas metades das cartelas, tendo o cuidado para que todos recebam.
Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem suas metades.
À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela.
Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência ( o que sentiram como foi o encontro, etc.).
159 – MINHA CARACTERÍSTICA MAIOR
OBJETIVOS: Favorecer a comunicação verbal, criar um clima de empatia e estimular o processo de conhecimento do outro.
MATERIAL: Papel e lápis.
PROCESSO: O facilitador explica que “todos nós temos características são mais marcantes e visíveis aos outros”.
Distribuir papel e lápis, onde cada pessoa, escreverá uma frase que resume aquilo que ela é e o que faz de melhor.
Exemplo:
(José) “ Sou um batalhador incansável pela justiça.”
(Roberta) “ Sou sensível à miséria e não me canso de ajudar os pobres.”
Fixar os papéis no peito, e todos, ao som de uma música (suave) passeiam pela sala, lendo as frases dos demais.
Solicitar que formem pares ou tríades com as pessoas cujas frases lhes chamaram a atenção.
Retornar após (mais ou menos) quinze minutos para o grupo maior, onde os membros de cada dupla (ou tríade) apresentam um ao outro, salientando os aspectos positivos do encontro.
160 – ROMPENDO O CERCO
OBJETIVOS: Constatar as dificuldades existentes quando queremos ultrapassar alguma dificuldade, enquanto as pessoas ao nosso redor dificultam ainda mais ou não ajudam.
Observar a perseverança e resistência dos participantes, diante de uma situação de pressão.
Trabalhar um relacionamento.
MATERIAL: Não é necessário.
PROCESSO: Formar um círculo, de modo que os membros fiquem com os braços entrelaçados e firmes.
Pedir um voluntário, sem dar explicações.
Explicar que a dinâmica tem duas orientações básicas:
•O voluntário deverá tentar, por todos os meios, sair do círculo;
•Cabe aos demais, que estão firmemente no círculo, impedir que o voluntário saia.
Pedir que o de dentro troque com outra pessoa, repetindo o procedimento mais algumas vezes.
Ao final, seguem-se alguns comentários para reflexão do grupo:
  1.  O que você sentiu ao ser voluntário, tentando sair do círculo e enfrentando tamanha dificuldade?
  2.  Qual o sentimento do grupo? Houve vontade de ceder? Surgiu sensação de sadismo? Compaixão?
  3.  O que significa romper o cerco?
  4.  O que isso tem a ver com a realidade do nosso dia-a-dia?
  5.  Quais as palavras “mágicas” do relacionamento humano?
TAG: DINÂMICAS SOMENTE DINÂMICAS
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Meu nome é Júlio Fonseca sou Pastor da Igreja de Deus no Brasil na pequena cidade de Anhanguera/Go. Usando a internet para levar a palavra de Deus a todos. Com paz, amor e respeito.

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Uma Resposta para “DINÂMICAS SOMENTE DINÂMICAS”

  1. Anonymous disse:

    Gostaria de receber Dinâmicas para trabalhar os seguintes assuntos: igreja de Corintio, da Galácia, de Efeso, de Felipos, de Colosso, de Tessalônica, visto que esse trimestre trabalharei sobre esses assuntos com os adolescentes..

    Obrigada
    Alderite

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